Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

Apenas porque me apeteceu partilhar a coisa.

Já não desenhava no computador há uns tempos e agora quando confrontado com o facto de ter que o fazer, graças a um dos projectos que estou a desenvolver de momento, achei que primeiro tinha que voltar a treinar a mão. Esta foi a primeira tentativa. 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 17:54
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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011

Acerca da tarde de ontem...

Num mês muito tumultuoso, cheio de experiências, projectos a acontecer, e muito crescimento interior, de vez em quando tenho momentos destes. Em que tudo o que possa pensar, ou passar-se, é posto "em espera". Em que nada mais importa excepto o que estou a fazer naquele preciso momento.

Foi muito divertido, pelas peças, pelas pessoas envolvidas e especialmente porque nunca pensei ser fotógrafo de knitwear (aliás até há bem pouco tempo nem sabia o que era knitwear).

Seja como for gostei muito de conhecer o Miguel, com quem consegui entender-me imediatamente neste trabalho, e queria agradecer à Rita pela experiência que me proporcionou. Sem dúvida a repetir!

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 13:05
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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011

A programação normal segue dentro de momentos!

Este mês de Outubro tem sido bastante complicado, e quando o tempo e trabalho apertam, há coisas que ficam para trás, e o Pato teve de abrandar o passo... ou melhor o bater das asas nestas lides internéticas. 

Pessoalmente foram uns tempos muito intensos, desde a extrema alegria de dar os primeiros passos num projecto que se adivinha muito maior, passando por momento de decepção, ganhar um novo balanço/folego numa direcção quase que inevitável, ser confrotado por uma decisão dificil que de repente se tornou fácil. 

Entetanto no meio de tudo isto, houve um bocadinho de tempo para mudar a cara do pato patifório, e gostaria de fazer ainda mais algumas alterações, mas que irão ter que esperar que eu consiga dar resposta a tudo que ainda tenho para fazer (não, Nuno não me esqueci de ti).

Daqui para a frente vão haver algumas mudanças, tem que ser. Algumas coisas que eu gosto bastante vão ter que acabar mas é assim a vida, até porque às vezes lidar com as consequências de algo que gostamos bastante pode ser muito complicado, e honestamente, se calhar até pelo passar dos anos, há coisas que já não estou para aturar. 

 

Seja como for, espero que esta vaga tenha sido superada e a programação normal segue dentro de momentos!

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 09:50
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

Odeio arranjar títulos para coisas que pura e simplesmente me apetece escrever! 1.0

Grande parte do que se passa na nossa vida é marcado por violência, por exemplo um nascimento não deixa de ser um momento lindo, contudo é de uma violência esgotante para a mãe (pelo esforço) e para o bebé (por estar num sitio seguro e confortável e de repente é lançado cá para fora... para as féras). Depois disso tratam de nós, e o efeito violento torna-se a sentir quando começamos a crescer, tudo se começa a desenvolver, especialmente a nossa consciência e começamos a interagir com o mundo. Claro que interagir com o mundo não é algo simples e fácil, batemos contra coisas, percebemos da pior forma o que é a lei da gravidade, na sua maioria dos casos magoamo-nos bastante e vamos aprendendo. Apesar das dores físicas, esta acaba por ser o tipo de violência com o qual é (normalmente) mais simples de lidar. 

Para complicar as coisas um pouco a coisa não para ai. Não! Só começa ai. Descobrimos a amizade, o amor, a ilusão, todas essas coisas boas que não deixam ser violentas, mas também conhecemos a decepção, o não sermos correspondidos, a desilusão, todas essas coisas menos boas que enfim. E único método que temos para apender tudo isso é o mesmo que tinhamos anos, experimentando, batendo contra as paredes, magoando-nos. 

Agora vem a parte engraçada que é como lidamos com isto. Até hoje acho que isto se pode dividir em dois extremos (existindo como é óbvio toda a panóplia de possibilidades entre eles), o extremo que cedo ao medo de nos magoarmos e portanto criar todo o tipo de barreiras e distâncias e o extremo que abraça essa dor chegando mesmo a procurá-la. Seja como for eventualmente todos nos magoamos e tiramos dai um ensinamento, a questão é o que fazemos com ele, especialmente quando não gostamos da lição? Fazemos como o Peter Pan e recusamo-nos a crescer? Ou tentamos imbuir esse conhecimento em nós, especialmente quando não gostamos da pessoa que nos vamos tornar com ele? 

É que há muito que se lhe diga ao viver numa doce ilusão, especialmente quando sabemos que não é real.

Eu tenho tendência a esperar sempre o melhor das pessoas. Sei que não é assim que acontece até porque sou confrotado com provas disso bastantes vezes, contudo como seria o mundo se todos esperasse-mos e nos comportássemos sempre no nosso melhor? Portanto será que eu devia imbuir este ensinamento em mim ou continuar a acreditar nas pessoas e no seu potêncial? Por enquanto vou acreditando, mas caramba, às vezes é dificil. 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 09:33
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

Café Saudade

 

 

 

O Café Saudade é o regresso a casa, na viagem que não sabiamos que estavamos a fazer. 

Era com esta frase que eu planeava acabar este texto, contudo quando não se sabe o principio mais vale começar com o fim. Talvez devesse ter dito que Sintra é de facto um lugar fantástico, porque consegue reunir em si muitos elementos que as pessoas adoram visitar e que tem aquela magia que muito poucos sitios conseguem ter. Que há cantos e cantinhos, recantos de memórias que nos fazem sentir... nem sei bem explicar como nos fazem sentir, mas que nos atraem e nos prendem o coração. E é assim que se pode explicar a existência do Café Saudade. 

 

Esse amor, esse carinho, é palpável em todos os pequenos pormenores espalhados, sente-se no sorriso e boa disposição de quem lá trabalha, degusta-se nas iguarias que servem, sempre num tom bem nacional, bem português, saido directamente dos nossos sabores, dos nossos cheiros, das nossas memórias.

Frases como "lá casa tenho daquelas cadeiras que já vieram de casa dos meus avós" ou "a minha mãe tem uma travessa igualzinha" ou "já não via destas chávenas desde pequenino" são ditas e reditas, comuns, existindo uma partilha nostalgica de recordações. 

 

 Quando falo do tom bem nacional quero dizer que não se trata do sentimento do "Nacional é bom" só porque é nacional, vai bem mais longe que isso, trata-se de assumir as coisas boas que temos, o saber estar, o saber receber, o saber apreciar o momento, a nostalgia, a saudade, tudo coisas que nos definem enquanto portugueses por muito que teimemos que não.

Trata-se sobretudo de estar em paz conosco coisa que ultimamente temos tido alguma dificuldade em fazer. E é por isso. É por isso que o Café Saudade transmite essa sensação de regresso a casa, de regresso às origens, nesta viagem atribulada que sempre fomos pioneiros em fazer. 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 13:57
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011

Morreste-me...

... é o nome de um conto de José Luis Peixoto, mas bem que podia ser uma expressão, um inicio de conversa de quem fica para quem parte. 

 

"- Morreste-me e eu sinto a tua falta."

 

Ontem fui a mais um funeral. Já parei de os contar. Foi tudo o que se pode esperar de um funeral de alguém que partiu demasiado novo, de uma forma repentina e inesperada. Familiares e amigos completamente chocados e destroçados, muitas lágrimas, muitos gritos, muitos murmúrios, muita raiva contida dirigida a um mundo, um destino (por ventura a um deus?) que permite que coisas destas aconteçam, e apesar de tudo isto... muito amor, muita união, e na minha cabeça muita música das minhas recordações com ela. 

 

"- Morreste-me e estou à espera de te ver chegar."

 

No cemitério já depois dos rituais, muitas lágrimas, muito pranto, e comecei a pensar... por quem choramos nós na morte? Pela pessoa que faleceu, ou pelo vazio que ficou dentro de nós? Por todas as esperanças, expectativas, rotinas, brincadeiras, carinhos, pequenos maneirismos, pequenos pormenores que depositámos naquela pessoa e que simplesmente vão deixar de existir dai para a frente?

Faz-me mais sentido pensar que choramos por nós, que ficamos e temos de lidar com a falta daquela pessoa na nossa vida. Pode ser uma visão quase que limitada, quase que instintiva, egocêntrica mesmo. Mas no fim das contas nada consegue ser mais pessoal e centrado no eu do que a morte.

 

"- Morreste-me... apenas morreste-me."

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 12:33
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

Uma resposta tardia...

...para o J q um dia perguntou ao pai o q era o fogo. 

Espero é que já tenha aprendido inglês por esta altura senão vai-se ver aflito para perceber o que quer que seja. :P

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 01:43
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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011

Já?!?

 

Foi neste dia há um singelo aninho que tudo começou. Uma pessoa distrai-se um pouco, escreve umas coisas, vê uns videos, e de repente já se passou um ano! O balanço até agora é bastante positivo, falou-se de quase tudo, sempre de tudo o que se quiz, pois escrevemos sobre o que nos apetece. E mesmo assim temos dois destaques da sapo num ano. O que os levou a tomar essa decisão duas vezes é algo que me ilude completamente. Uma vez ainda podia ser por engano, mas agora duas??? Que isto não se repita! (estou só a brincar! estou na realidade estou disponível para colaborações maiores do que um destaque. Estarei aqui pacientemente a verificar o email se precisarem de alguma coisa.)

Queria deixar umas linhas aos que vão passando aqui pelo pato, aos que deixam comentários aqui, aos que deixam umas linhas nos anuncios que faço no facebook, aos que falam comigo fora da internet sobre o que vem, por uma razão ou por outra, parar aqui. Obrigado, sem vocês não era a mesma coisa. 

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 17:10
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Domingo, 28 de Agosto de 2011

Em busca de L.U.M.E. encontrei uma mão cheia de nada.

 Um dos concerto que eu queria mesmo ver na minha agenda desta semana era Lisbon Underground Music Ensemble (L.U.M.E.), mas quando marcam concertos para jardins que nem a população do bairro sabe onde fica, no mapa q dão do evento não se percebe nada e nem o google maps sabia onde era o tal jardim, torna-se dificil dar com o sitio. 

 

Mas tendo em conta os videos que eu encontrei na net sobre eles, ainda bem que não dei com o sitio, este tipo de jazz irrita-me, deixa-me ansioso, impanciente, tudo coisas que dispensava perfeitamente naquele dia. 

Quem disse que encontrar uma mão cheia de nada era mau?

 

P.S.: Agora a sério... C.M.L. assinalem lá o Jardim de Campolide de uma forma decente nos mapas senão é quase impossivel dar com a coisa! 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 12:03
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Domingo, 21 de Agosto de 2011

Amor Electro - Dia 20 na baia de Cascais

Estava uma noite amena, como uma noite de verão é suposto ser. A temperatura sobe devido ao calor humano enquanto se espera pelo concerto. As notas começam a flutuar e a partir dai... A loucura!

 

Provavelmente a noite de alguém há de ter sido assim, mas não a minha. 

 

Na realidade apesar dos planos agendados para ir ao concerto a vida é feita de improvisos, e acabei por não estar nem perto da baia de Cascais. Para a minha noite houve, cogumelos, risotto, tarte de banana, vinho (muito e variado), música e companhia, principalmente muito boa companhia.

Uma noite a repetir sem dúvida!

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 10:30
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