Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

Em jeito de filme

Epa esta, a confirmar-se, seria fantástica! É que parece retirada de um filme qualquer, e porque não de um do Nani Moretti que está ai agora nas salas de cinema? (ja agora é mais um na lista "a ver")

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 13:35
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Sábado, 26 de Novembro de 2011

Trailers de filmes que gostava de ver num futuro próximo ou A Intromissão da vida real na vida do blog

Ultimamente tem escasseado o tempo para ver filmes, concertos e outras coisas que tais, por isso resolvi deixar aqui os filmes que estão ai no cinema e quero ver:

 

Ides of March

Já me disseram que não vale a pena ver no cinema porque não perde nada em ser visto na TV, e eu acredito e vou seguir o conselho que me deram. Como não ficar intrigado por um filme à volta dos bastidores políticos?
50/50
Mais uma vez não sei até que ponto há a necessidade de ver este no cinema, aliás hoje em dia são relativamente poucos os filmes que compensam ver no cinema e normalmente esses não são os mais fortes ao nível de argumentos, mas a julgar apenas pelo trailer parece-me bastante interessante e estou igualmente curioso em relação à banda sonora.
Les femmes du 6eme Etage
A história parece-me ser simples, mas há qualquer que me está a atrair imenso. Se calhar é aquele "je ne sais quoi" do cinema francês (se calhar esta ultima frase foi apenas uma desculpa para usar a expressão "je ne sais quoi").
A dangerous method
Tenho de admitir que tenho um ponto fraco por filmes que envolvem psicologia, portanto este é um "must see" automático, ainda tenho o bónus de ver a Keira Knightley. O que assim de repente podia ser bastante pior. 
La piel que habito
Pedro Almodovar para mim não é um sinónimo automático de um filme que eu vá gostar, já lhe vi alguns absolutamente geniais e outros que não me dizem nada, mas o que vejo no trailer faz-me querer assumir esse risco. Assim de repente parece-me que tem o mérito de ser diferente de tudo aquilo que ele fez até hoje, e sinto que vale a pena nem que seja só para ver como ele enfrentou esse desafio.
Immortals
Ao nível de argumentos será provavelmente o pior filme desta lista, contudo é dos únicos que acho que vale mesmo a pena ver numa sala de cinema unicamente pela quantidade perfeitamente massiva de efeitos especiais usados. Tal como dizia anteriormente, hoje em dia os filmes que compensam ver numa sala de cinema não são os que tem melhor argumento, e se calhar é por isso que estou a ir cada vez menos à sala de cinema, mas isto seria uma conversa mais profunda sobre o cinema, o seu passado e o seu futuro. Seja como for, parece-me ser um filme divertido, de "visionar e deitar fora", em que não se pensa mais no assunto. 
Duvido que os veja a todos num futuro próximo, mas é sempre bom estabelecer objectivos. :P
Como de costume, se alguém quiser ir que apite!
P.S.: Graças à SFG do Lisboa de Bolso lembrei-me deste:
Restless
Quando vi o trailer pela primeira vez, pensei imediatamente num filme dos anos 70 chamado Harold & Maude. Talvez hajam muitas semelhanças ou talvez não, mas seria interessante ver e descobrir. 
publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 12:08
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

O mágico - L'illusionniste

Este é daqueles filmes que se aproxima de mansinho e, de repente, ataca-nos com toda a fúria com um tremendo golpe que nos deixa completamente zonzos e desorientados. Se calhar estou a dramatizar demais, mas honestamente fiquei siderado com o filme. Aviso já que, desta vez, vou falar do filme sem pensar em quem não o viu. 
Em "O mágico" (e esta deve ser uma das piores traduções de um nome de sempre na história do cinema), acompanhamos um ilusionista em final de carreira que, quando deixa de conseguir trabalho nas grandes cidades, o seu caminho o leva para uma pequena vila escocesa onde conhece Alice, uma jovem rapariga inocente que trabalha no pub local. O que acontece é que ele deslumbra-a com as ilusões que vai criando e ela acredita que são magia. Quando ele segue o seu caminho, ela resolve segui-lo. O seu destino acaba por ser Edimburgo e o que se observa é a sua vida quotidiana, com ele a fazer todos os possíveis para que ela continue a acreditar na magia, até que chega a um ponto em que ele simplesmente percebe que precisa de se separar dela para ela poder ser feliz e de quebrar o mito que tanto trabalho lhe deu a construir. (É por causa da cena da destruição do mito que eu acho que "O mágico" é uma péssima tradução do nome do filme.) 
Quando se vê as coisas assim dá para perceber que isto é o que acontece nas relações que os pais têm com os filhos. Criam-se mitos, histórias, ilusões que passam por magia para eles, de alguma forma vai-se alimentado a ilusão da magia durante o tempo que é possível, depois é necessário desconstruir tudo isso. Dai ser possível entender-se a sinopse que descreve "O Mágico" como uma carta de amor de um pai à sua filha, porque no fundo é mesmo. 
Esta história lindíssima (baseada num argumento de Jacques Tati) é acompanhada por desenhos espectaculares, bem ao estilo de "Belleville Rendez-vous" não fosse o mesmo realizador (Silvain Chomet), e uma banda sonora extraordinariamente doce. Tudo isto faz com que este seja um filme de animação completamente diferente de tudo o que anda por ai actualmente, e é sem dúvida um dos melhores que tive o prazer de ver.

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 13:30
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011

As aventuras de Tintin: O segredo do Licorne

Admito que fui ver este filme com medo, muito medo! A quantidade de vezes que vejo adaptações de banda desenhada no cinema a serem apenas péssimas e horríveis deixou-me um pouco de pé atrás, depois ser um filme com a chancela Spielberg, se em tempos me deixava automaticamente descansado, depois de ver Indiana Jones e o reino da caveira de cristal... digamos que deixei de confiar tanto. No meio da luta interna reparei que o nome George Lucas não se encontra em lado nenhum do poster, a fazer a vez dele temos o nome de Peter Jackson e isso é um ponto positivo! 
No final saber que é relativamente difícil lixar uma história do Hergé (não sou o maior fã de Tintin, mas lia-o quando era miúdo e ainda hoje gosto de ler) deixou-me um pouco mais descansado. E o melhor elogio que posso fazer ao filme é que não f...lixaram tudo! A história segue num ritmo bastante bom, num 3d que sinceramente surpreendeu-me como ficava ali tão bem, tudo sempre no espírito das histórias de Tintin
Aprendi uma coisa... Nos filmes de Tintin, quando dada a opção, é sempre melhor ir ver ou a versão portuguesa ou a versão francesa, porque passar um filme inteiro, de uma hora e meia, a ouvir a/o Milú a ser tratado/a por Snowey, ou entãoDupond e Dupont a serem chamados de Thomson e Thompson, e toda a "englização" dos nomes dos sítios e afins, é mais ou menos o equivalente a ser atado nu num formigueiro; vai haver comichões por todo o lado e vontade... muitavontade de matar coisas (neste caso a gente que se lembro de fazer isso). 
A banda sonora de John Williams é fantástica, mas fico com um pouco de pena não terem aproveitado o tema dos desenhos animados que se enquadrava na perfeição com o espírito de Tintin e podia ser um ponto de partida. 
No final só posso dizer que "As aventuras de Tintin: o segredo do Licorne" serve perfeitamente o seu propósito de entreter e deixar-nos bem dispostos, e mais não se pode pedir.


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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 09:52
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

Le Concert

 

Domingo à tarde, dia meio frio, triste, sem sol, eu sem vontade de ir a lado nenhum e descubro aqui em casa o DVD de "O Concerto" e penso é desta! Foi assim que vi um dos filmes mais giros que já vi até hoje. 
A verdade é que este filme à partida tem todos os elementos para eu ficar colado ao écran 
A história é bonita, insana, por vezes a roçar o inverosímil, contudo abstraímo-nos disso facilmente com todos os acontecimentos. Tudo gira à volta de Andrei Filipov, o ex-maestro da Orquestra Bolshoi, que nos dias de hoje não passa de um dos auxiliares da limpeza do famoso teatro que um dia arranja a oportunidade de levar a sua antiga orquestra a tocar "o concerto" de Tchaikovski em Paris. Isto seria muito fácil se o concerto não fosse dentro de duas semanas e a orquestra não tocar junta há 30 anos! Pelo meio há um pouco de tudo! E no fim a... não digo! Vejam o filme! A música é fantástica, quase toda música clássica. Os actores estão todos a alto nível, gosto particularmente dos Russos a falar francês. Os diálogos tem momentos absolutamente deliciosos! O realizador sem ser o mais inovador do mundo, esteve bem. 
Enfim... Simplesmente adorei "o concerto"!
Em relação ao trailer... façam um favor a vocês mesmo e vejam-no só até ao minuto 1.37, a partir dai só estraga o filme e não vale a pena.

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 21:30
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

Circle of Iron a.k.a. The Silent Flute - Circulo de Ferro

Quando era miúdo apanhei este filme a dar na televisão e na altura não foi um dos meus preferidos. Tinha um tipo que era uma versão barata do Conan, a dizer uma parvoíces, que era o boss daquilo tudo, ainda por cima com cenas de luta más. Portanto é sem surpresa que nunca mais me lembrei dele e ficou arquivado na pastinha do "nunca mais voltar a ver".

Entretanto, passados não sei quantos anos, comecei a fazer Kung Fu e de tempos a tempos fazem-se actividade, seja um concerto, ou falar sobre meditação, ou visitar a um supermercado biológico enquanto se fala de alimentação, etc. Ontem foi o visionamento de um clássico das artes marciais, de 1978, escrito pelo Bruce Lee, ali num dos espaços da Lx Factory. Eu estava todo contente por estar a aliar duas coisas que gosto muito, Kung Fu e Cinema, até porque não me lembrava que já tinha visto este filme. E ainda bem que não me lembrava, porque permitiu-me ver tudo com a mente aberta sem conceitos prévios.

Coisinhas importantes para se saber sobre este filme:

Como disse anteriormente, foi escrito por Bruce Lee, e seria o primeiro de uma série de filmes que exploravam a componente mais filosófica das artes marciais. Era para ter sido filmado em 1969 na Índia com Bruce Lee a interpretar 4 papéis, mas várias divergências levaram a que o filme fosse adiado. Bruce Lee morre em 1973 durante os trabalhos de Enter the Dragon com 32 anos. E as divergências em relação a este filme foram-se resolvendo até que em 1978 o filme sai com David Carradine a fazer os papeis que era para ser de Bruce Lee. 

Em relação ao filme propriamente dito... vou tentar dividir o que escrevo em camadas para ver se me entendo a mim mesmo.

1) As lutas

Na minha opinião não são grande coisa. Há 500 filmes menos conhecidos que este cujas lutas são melhores, portanto não é por este factor que se deve ver.

2) Os Actores

Apesar de ter reunido alguns nomes de peso na industria cinematográfica de hoje como David Carradine (fez 4 papeis), Christopher Lee (Zetan), Roddy McDowall, Eli Wallach, não me deixou completamente satisfeito, talvez porque Jeff Cooper (Cord) apesar de toda a boa vontade não é propriamente um actor de excelência e como acaba por ser ele que tem o maior número de horas à frente do ecrã... (não deixo de pensar e "se tivesse sido o Steve McQueen?" como era o desejo do Bruce Lee)

3) Realização

Não comprometeu sem ser brilhante. Está essencialmente demasiado agarrada aos anos 70 para o Circulo de Ferro poder ser considerado como uma obra intemporal, e isto nota-se nos penteados, nas musicas, na maneira de filmar.

4) Fotografia

Sem dúvida um dos pontos altos! No meio de toda a confusão o filme acabou por ser filmado em Israel, e as paisagens são deslumbrantes, e foi tudo filmado com um extremo cuidado. Aquelas imagens com o David Carradine a tocar flauta são espantosas mesmo!

5) Argumento

Esta é a parte mais apetitosa do filme. Sim minha gente, estou a falar de um filme de porradinha que tem um argumento que é muito bom mesmo. A história é passada num mundo que não é o nosso e não deixa de o ser, e acompanha o percurso de Cord na sua busca para encontrar Zetan o guardião do livro do conhecimento, e claro que para lá chegar tem uma série de testes. Ou seja temos herói que tem de ir do ponto A até ao ponto B, vários testes no caminho, um inimigo e uma grande recompensa. Até aqui nada de transcendente, certo? 

Pois, a parte interessante é que tudo isto é utilizado como uma base para uma lição surpreendente dada por Bruce Lee sobre a filosofia Zen. Não quero discursar muito sobre isto porque acho que cada um deve tirar as suas próprias conclusões depois de ver o filme, apenas digo que nada do que os personagens dizem é dito por acaso, todos os testes tem um significado, para tudo há uma razão de ser. (E aqui é a parte que noto a maior diferença entre o meu visionamento do filme em criança e de do de agora, é que de facto houve uma data de coisas importantes que simplesmente me passaram ao lado.) 

 

Acho que de facto o melhor elogio que se pode fazer ao filme é que é um filme completamente diferente dos da sua classe, e que só aproximadamente 30 anos depois parte da sua mensagem (e apenas e só parte da mensagem) chega ao público geral com o Kung Fu Panda. Assim de repente parece ser um filme muito à frente para a sua época!

Contudo não é um filme simplório, é preciso ter atenção (tantos ao pormenores como ao que se passa no geral), pensar, ser critico, questionar, para se poder ter acesso a tudo o que o Circulo de Ferro tem para oferecer.
Já agora... alguém sabe porque raio mudaram o nome ao filme de "The Silent Flute" para "Circle of Iron"? 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:04
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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011

Meia noite em Paris

Não quero repetir o que já antes foi dito sobre este filme: é um regresso em grande de Woody Allen.

É muito curioso também ver alguém interpretar Woody Allen como se fosse ele a representar outra personagem.

Mas tudo isto já foi dito - e muito bem dito.

 

Só ficaram três coisas por dizer.

Em primeiro lugar, que só o mais europeu dos cineastas podia ter feito um filme como este sobre Paris. Só a sequência de imagens inicial é fantástica: cria imediatamente o ambiente. Adorava ver o Woody Allen filmar Lisboa.

Em segundo lugar, que a maneira como o Woody Allen trata por tu as várias figuras que construiram o ambiente cultural de Paris é fantástica: trivialidade e profundidade são características difíceis de conjugar.

Em terceiro lugar, que este é, para mim, o filme da maturidade em Woody Allen. Ao vê-lo estava sempre a fazer o paralelo com o filme do WA que eu mais gosto: a Rosa Púrpura do Cairo. E daqui para a frente há spoilers, quem ainda não viu o filme pode seguir este link.

A Rosa Púrpura do Cairo também é uma comédia romântica, também sobre uma situação impossível, uma ponte entre duas realidades, uma delas fictícia. Mas enquanto na RPC a personagem não escolhe, são os acontecimentos que escolhem por ela, em Midnight in Paris é a própria personagem que se apercebe da situação e a supera, por opção própria. Enquanto a personagem principal de RPC era frágil e incapaz de ficar só, a personagem de M. in Paris é muito mais estruturada e capaz de optar. Foi com RPC que me apaixonei por esta forma de fazer cinema, de coração aberto. Com Midnight in Paris sinto o fechar de um ciclo, tão discreto que talvez só eu tenha notado (ou só exista na minha relação pessoal com a obra de Woody Allen). 

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publicado por Nuno Cardoso Dias às 05:27

editado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:43
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Domingo, 30 de Outubro de 2011

Man From Earth

Graças ao post "Os temas da discórdia porque dá jeito", foi sugerido pelo Veiga a visualização deste filme, porque de alguma forma vinha abordar mais ou menos os mesmos temas discutidos. A questão que o filme coloca é "e se existisse um homem com 14,000 anos a andar pela Terra?"

Mas se calhar já estou a andar demasiado depressa com a descrição...

O filme passa-se numa reunião de despedida onde quase todos os personagens são académicos de prestígio nas suas respectivas áreas, desde antropologia, biologia, estudos bíblicos (ou coisa que o valha), etc., e às tantas o personagem que se vai embora revela que é um homem com 14,000 anos. O que se vê a partir dai é todo um rol de perguntas e respostas, argumentos esgrimidos de uma forma bastante inteligente, com uma pitada de novela para americano ver.

É um filme de orçamento relativamente baixo contudo os actores são até bastante conhecidos no mundo das séries e filmes televisivos, e fazem um bom trabalho dentro do que se espera. A banda sonora é curta, mas também dentro do estilo de filme que é não há espaço para muito mais. 

É sobre tudo um filme para apreciar os diálogos e pensar um bocado sobre as questões que são apresentadas. 

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:58
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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera

Quase não sei o que escrever sobre este filme... Mentira... sei o que quero escrever, mas não sei como escrever, portanto vou tentar simplificar ao máximo. 
Antes de mais é um filme de uma beleza que me apanhou completamente desprevenido. O cenário natural é uma coisa fantástica, e houve todo um cuidado extremo em tudo o que foi construído Tudo é lindo e exactamente no sítio onde era suposto estar. O que dá imagens que são apenas de tirar a respiração, quase que dá vontade de emoldurar partes do filme e mete-las nas paredes de casa. Portanto foi um excelente trabalho de quem estava responsável pela fotografia! 
A história ao bom estilo budista, é simples, sem grandes fogos de artifícios, mas carregada de significado, nada está lá por acaso. Em "Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera" acompanhamos a vida de um velho monge budista que vive num templo no meio de um lago no meio de umas montanhas (portanto longe de tudo e todos) com um rapaz que está a educar para vir a ser monge (no fundo para tomar o seu lugar). Na realidade a história é sobre a vida dos dois nunca abandonando o cenário do templo. Cada estação do ano é um período da vida deles - mais visível no rapaz do que no monge, i.e. a Primavera é a infância do rapaz, o Verão a adolescência, o Outono é a fase adulta, o Inverno é... não queria dizer a velhice, mas o atingir da maturidade deste personagem. e a outra primavera perguntam vocês? É exactamente isso... outra primavera. 
Excelente trabalho de Ki-duk Kim que para além de realizar, também é actor neste filme, e não é num papel secundário. O ritmo do filme pode ser algo lento para alguns, não há explosões e coisas assim, mas é um filme sobretudo para contemplar, deixar-nos envolver na sua simplicidade.

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:30
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Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011

The invention of Lying

Vamos lá imaginar um mundo em que ninguém consegue mentir, e não consegue mentir porque pura e simplesmente nunca o foi feito, nunca ninguém se lembrou de mentir. Todos lidam com a horrivel verdade da forma possível. Até que um homem quando confrontado com uma serie de situações menos boas resolve pura e simplesmente não dizer a verdade e as coisas correm-lhe bem. A partir dai ele começa a explorar aquele brilhante poder novo que é mentir e como é obvio tudo começa a tomar proporções assustadoras. 

Pessoalmente apreciei bastante o filme, acho que tem situações cómicas bastante bem exploradas, e gosto da premissa geral, contudo sendo este um filme escrito e realizado por Ricky Gervais e Mathew Robinson, vai espelhar alguma das suas convicções mais profundas sendo que fica já feito o aviso que quem for muito religioso é capaz de não ficar particularmente satisfeito. 

Entra directamente para a categoria "Não ganha prémios, mas é divertido."

 

 

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 13:15
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