Domingo, 13 de Novembro de 2011

A perspectiva das coisas - A Natureza-morta na Europa séc. XIX-XX (1840-1955) @ Gulbenkian

Como não se pode tirar fotografias na exposição resolvi tirar fotografias a algo também muito interessante na Gulbenkian e ir espalhando as mesmas pelo texto. Muito obrigado pela compreensão!

O Museu Calouste Gulbenkian conseguiu reunir numa única exposição artistas como Monet, Manet, Van Gogh, Gaugin, Cézanne, Braque, Picasso, Dali, Duschamps, Magritte, Vieira da Silva, Amadeo de Souza-Cardoso, etc; portanto como é óbvio eu tinha de ir. Claro que, como isto anda mau, e as oportunidades para gastar dinheiro (já agora... Ryuchi Sakamoto Trio está definitivamente esgotadíssimo) são inúmeras, aproveitei para ir ao Domingo, já que não se paga entrada, e fica desde já a dica, ir cedo compensa (porque mesmo indo cedo há bastante gente a visitar a exposição, nem quero imaginar o que será à tarde)!

Cada vez mais acho que a Gulbenkian se distingue no panorama cultural português. Na realidade sempre achei que o fazia, mas tendo em conta toda a série de acontecimentos recentes ao nível cultural nacional, tenho cada vez mais a certeza. Exposições deste estilo só me confirmam isto. À partida uma exposição sobre natureza-morta não é a coisa mais apelativa do mundo, contudo deu gosto ver a quantidade de pessoas (era interessante saber no final da exposição quantas pessoas a foram ver) de várias idades que estavam a ver a exposição. Desde idosos até a miúdos pequenos, passando por gente adolescente, e não estou a falar de excursões organizadas por escolas que acabam sempre por ser quase "obrigatórias". Todos estavam lá porque tinham gosto no que estavam a ver e queriam aprender algo, e só isto para mim é fantástico.

Sobre a exposição... pessoalmente acho que vale sempre a pena ir ver obras de artistas extraordinários, como é o caso, mesmo que não se aprecie particularmente natureza-morta (como é o meu caso). Penso que nunca fiquei estarrecido ou arrepiado a olhar para uma natureza-morta apesar de reconhecer o seu lugar no mundo da arte, especialmente quando se fala de execução técnica.

Lembrando-me das minhas aulas de desenho, penso no porque é que nos encorajavam a estudar natureza-morta, afinal é um ambiente que podemos construir conforme a complexidade que pretendemos e onde podemos estudar várias coisas necessárias ao desenho/pintura, como a luz e sombras, proporções, perspectiva, côretc; sem termos todas as restrições que o desenho com modelo acaba por ter, sendo um exercício de uma utilidade extrema. Fora isto nunca me interessei particularmente por natureza-morta. Estou com se sensação de que me estou a afastar do meu objectivo que é falar da exposição. 

Voltando à carga! A exposição está muito bem construída, fazendo um percurso de 1840 até 1955, e passa pelos principais artistas de cada época, dando o contexto histórico-cultural através de textos no início de cada parte e através de uma linha cronológica no final da exposição onde se podiam observar os eventos mundiais, os eventos em Portugal, o ano de cada obra exposta e os eventos culturais marcantes, a única coisa que para mim falhou nesta linha cronológica é como tudo aquilo se interligava se é que se interligava. 

Ainda bem que temos em Portugal uma instituição como a Gulbenkian que aposta neste tipo de eventos e exposições, fica também o aviso para quem quiser, que esta exposição não se encerra sobre si mesma. Há, associada a ela, uma série de conferências inteiramente dedicadas à natureza-morta e concertos gratuitos nos diferentes átrios da Gulbenkian (para isto o melhor é consultar a programação). Resumindo, é uma exposição que vale a pena!

P.S.: Para além desta exposição está também patente a exposição L'Hotel Gulbenkian, 51 Avenue d'Iena. A memória do sítio que para quem tiver interesse em Arquitectura vale a pena espreitar. (especialmente quando falamos ao preço de domingo...)

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:48
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Sábado, 12 de Novembro de 2011

Agenda de concertos para Novembro

Depois de ter ficado à porta do concerto de Fujiya & Miyagi porque não comprei bilhete atempadamente, hoje resolvi ver o que ia haver de concertos este mês portanto aqui fica a lista de concertos que gostava de ver este mês (e que vou tentar comprar bilhete assim q puder):

17 de Novembro

The Doups por 6€ no Musicbox ou Tcheka e Mário Laginha no S.Jorge por 10€ (quer-me parece que não vai ser nem um nem outro, porque a seguir a um treino não sei se tou com paciência)

19 de Novembro 

Jazzanova & Paul Rudolph no CCB desde 25€

21 de Novembro 

Ryuchi Sakamoto Trio na Gulbenkian desde 15€(pelo que me dizem está esgotadíssimo...)

25 de Novembro

3 pianos desde 27,50€ no CCB (auch a estes preços não sei se brinco...)

26 de Novembro

Rodrigo Leão no CCB desde 20€

29 de Novembro

Girls no Lux por 20€ 

 

Pois é... Não se adivinha um mês de novembro fácil por estas bandas ao nivel económico...

Como de costume, quem quiser vir diga coisas.

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 20:38
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

Ambivalência

Fica-me a dúvida se esta imagem ilustra a crise de Portugal ou a crise do Português.

publicado por Nuno Cardoso Dias às 12:11
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Começar o dia com boas noticias!

Uns dias que começam com boas notícias. Hoje é um desses dias! 
A boa notícia é a reedição a 5 de Dezembro dos dois álbuns de Ornatos Violeta conjuntamente com um cd inteiramente dedicado a raridades da banda, músicas que foram lançadas aqui e ali e que são finalmente reunidas. Enquanto fã de Ornatos só posso dizer: Até que enfim! 


Em Portugal faz-se muito boa música, acho que finalmente entende-mos isso como um dado adquirido e finalmente começa-se a apostar mais no que é nosso. E isso é excelente! 
Várias bandas fizeram este despertar, veja-se por exemplo o caso dos Moonspell que em 97/98 eram mais conhecidos na Alemanha do que em Portugal; ou por exemplo, Silence 4, numa onda muito mais comercial é certo, mas que de alguma forma puseram meio mundo a cantar as músicas deles, tendo David Fonseca prosseguido com uma forte carreira a solo; numa onda mais discreta os Hands on Approach; e depois tínhamos Ornatos Violeta... 
Em relação a estes últimos sempre houve reacções muito fortes ao trabalho deles, ou se amava ou se odiava Uma coisa é certa, indiferente é que ninguém ficava. Eles tinham um toque especial como todas as grandes bandas têm e foi com grande pena que vi que eles tinham acabado. A partir dai houve um grande vazio, que Manél Cruz tenta preencher, mas que acaba por não conseguir completamente. Escrevo isto com um misto de sentimentos, porque na realidade gosto imenso do trabalho dele a solo no Foge Foge Bandido, mas Ornatos... enfim


Saúdo esta reedição, até porque estava à espera dela e nem sabia, e agora estou curioso sobre o que irá acontecer se venderem muito. A minha mente atreve-se a pensar em coisas como um regresso, mas já ficava extremamente contente com uns concertos!

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:20
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

A caminho de casa 12.0

Dedicado à pessoa que gosta de dançar (ela sabe quem é), e roubado directamente do Look what i found!
publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 21:50
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

A caminho de casa 11.0

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 17:19
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011

Acervo CMCD

Iniciamos hoje a apresentação de algumas das peças da Colecção Martins Cardoso Dias.

Esta colecção é conhecida pela sua representatividade no que diz respeito ao movimento superpop que procura uma abordagem conjuntivista à arte. Tem pois não apenas uma visão de conjunto, mas uma visão deturpada por uma conjuntivite, que à força de tanta lágrima (do rapaz da dita) borra a pintura. descola as instalações, e devolve ao corpóreo o conceptual, porque ideias são como os chapéus: há muitos e cada cabeça tem a sua. Procura (des)organizar um discurso sobre arte acessível à pessoa comum, não apenas do ponto de vista do consumidor mas também do produtor de arte. O seu manifesto tem cinco princípios: 

A pop não é só poop

Há vida na fonte, depois do Senhor Calado

Molduras vazias não são um cachimbo

Melhor que o ready made é o made in china

A vida não são sopas de tomate, também há o poder do limão. 

 

Seguem duas peças especialmente criadas para o Halloween deste ano:

 

Halloween cubista (técnica mista (abóbora e biscoito de abóbora s/ prato ikea)

Halloween surrealista (técnica mista (abóbora e biscoito de abóbora s/ prato ikea)

 

 

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publicado por Nuno Cardoso Dias às 13:29
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

Circle of Iron a.k.a. The Silent Flute - Circulo de Ferro

Quando era miúdo apanhei este filme a dar na televisão e na altura não foi um dos meus preferidos. Tinha um tipo que era uma versão barata do Conan, a dizer uma parvoíces, que era o boss daquilo tudo, ainda por cima com cenas de luta más. Portanto é sem surpresa que nunca mais me lembrei dele e ficou arquivado na pastinha do "nunca mais voltar a ver".

Entretanto, passados não sei quantos anos, comecei a fazer Kung Fu e de tempos a tempos fazem-se actividade, seja um concerto, ou falar sobre meditação, ou visitar a um supermercado biológico enquanto se fala de alimentação, etc. Ontem foi o visionamento de um clássico das artes marciais, de 1978, escrito pelo Bruce Lee, ali num dos espaços da Lx Factory. Eu estava todo contente por estar a aliar duas coisas que gosto muito, Kung Fu e Cinema, até porque não me lembrava que já tinha visto este filme. E ainda bem que não me lembrava, porque permitiu-me ver tudo com a mente aberta sem conceitos prévios.

Coisinhas importantes para se saber sobre este filme:

Como disse anteriormente, foi escrito por Bruce Lee, e seria o primeiro de uma série de filmes que exploravam a componente mais filosófica das artes marciais. Era para ter sido filmado em 1969 na Índia com Bruce Lee a interpretar 4 papéis, mas várias divergências levaram a que o filme fosse adiado. Bruce Lee morre em 1973 durante os trabalhos de Enter the Dragon com 32 anos. E as divergências em relação a este filme foram-se resolvendo até que em 1978 o filme sai com David Carradine a fazer os papeis que era para ser de Bruce Lee. 

Em relação ao filme propriamente dito... vou tentar dividir o que escrevo em camadas para ver se me entendo a mim mesmo.

1) As lutas

Na minha opinião não são grande coisa. Há 500 filmes menos conhecidos que este cujas lutas são melhores, portanto não é por este factor que se deve ver.

2) Os Actores

Apesar de ter reunido alguns nomes de peso na industria cinematográfica de hoje como David Carradine (fez 4 papeis), Christopher Lee (Zetan), Roddy McDowall, Eli Wallach, não me deixou completamente satisfeito, talvez porque Jeff Cooper (Cord) apesar de toda a boa vontade não é propriamente um actor de excelência e como acaba por ser ele que tem o maior número de horas à frente do ecrã... (não deixo de pensar e "se tivesse sido o Steve McQueen?" como era o desejo do Bruce Lee)

3) Realização

Não comprometeu sem ser brilhante. Está essencialmente demasiado agarrada aos anos 70 para o Circulo de Ferro poder ser considerado como uma obra intemporal, e isto nota-se nos penteados, nas musicas, na maneira de filmar.

4) Fotografia

Sem dúvida um dos pontos altos! No meio de toda a confusão o filme acabou por ser filmado em Israel, e as paisagens são deslumbrantes, e foi tudo filmado com um extremo cuidado. Aquelas imagens com o David Carradine a tocar flauta são espantosas mesmo!

5) Argumento

Esta é a parte mais apetitosa do filme. Sim minha gente, estou a falar de um filme de porradinha que tem um argumento que é muito bom mesmo. A história é passada num mundo que não é o nosso e não deixa de o ser, e acompanha o percurso de Cord na sua busca para encontrar Zetan o guardião do livro do conhecimento, e claro que para lá chegar tem uma série de testes. Ou seja temos herói que tem de ir do ponto A até ao ponto B, vários testes no caminho, um inimigo e uma grande recompensa. Até aqui nada de transcendente, certo? 

Pois, a parte interessante é que tudo isto é utilizado como uma base para uma lição surpreendente dada por Bruce Lee sobre a filosofia Zen. Não quero discursar muito sobre isto porque acho que cada um deve tirar as suas próprias conclusões depois de ver o filme, apenas digo que nada do que os personagens dizem é dito por acaso, todos os testes tem um significado, para tudo há uma razão de ser. (E aqui é a parte que noto a maior diferença entre o meu visionamento do filme em criança e de do de agora, é que de facto houve uma data de coisas importantes que simplesmente me passaram ao lado.) 

 

Acho que de facto o melhor elogio que se pode fazer ao filme é que é um filme completamente diferente dos da sua classe, e que só aproximadamente 30 anos depois parte da sua mensagem (e apenas e só parte da mensagem) chega ao público geral com o Kung Fu Panda. Assim de repente parece ser um filme muito à frente para a sua época!

Contudo não é um filme simplório, é preciso ter atenção (tantos ao pormenores como ao que se passa no geral), pensar, ser critico, questionar, para se poder ter acesso a tudo o que o Circulo de Ferro tem para oferecer.
Já agora... alguém sabe porque raio mudaram o nome ao filme de "The Silent Flute" para "Circle of Iron"? 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:04
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Sábado, 5 de Novembro de 2011

Cordeiro - O Evangelho segundo Biff

 Imagem retirada directamente daqui!(onde convenientemente até podem comprar o livro [isto se o quiserem em português] e tudo.)

 

A melhor coisa que posso dizer sobre este livro é que fiz uma coisa raríssima em mim, li-o e reli-o!

A primeira vez que o vi andava eu sozinho pelo Japão e foi a companhia ideal de viagem, ainda hoje devem haver japoneses que se lembram de um ocidental rechonchudo que ia no comboio com o seu tablet a rir ao ponto de ir às lágrimas (ou então apenas viram isso como mais uma desgraça ocidental e seguiram o seu caminho). 

Lembro-me que na altura para além do factor humorístico do livro, fiquei com duas sensações distintas. A primeira foi que tinha acabado de aprender bastante sobre outras religiões que não a católica e a segunda que era um livro essencialmente sobre amor e carinho.

Sobre a primeira sensação tenho de fazer um aviso, não se procure neste livro exactidão histórica, não é sobre isso, é um romance portanto há coisas que apesar de serem uma hipótese às vezes são alteradas de modo a dar mais jeito à história, mas faz tanto sentido e fica tão bem que rapidamente perdoamos o autor, e focamo-nos no essencial a mensagem (como aliás se deveria fazer com outros livros um pouco mais... bíblicos[?]... vou apenas dizer livros são levados muito a sério).

Depois de o ler não voltei a pegar nele, mas muitas vezes lembrava-me de uma passagem ou de outra um mais cómicas. 

Até que...


Bom este ano tenho sido confrontado em várias frentes sobre religião. Seja através de filmes que vejo, seja através de outras actividades que pratico, seja apenas por acontecimentos fora do meu controlo. A religião persegue-me e eu não estou propriamente a fugir.  

Seja como for, dei por mim a reler este livro. Não sei bem o que procurava nele, se calhar procurava os vários pedaços das várias religiões que vão sendo exploradas no texto, e perceber que no fundo todas elas, na sua base, não são assim tão diferentes umas das outras, apenas muda o olhar; se calhar procurava uma humanização dessa figura que é Cristo; se calhar procurava tudo isto e um pouco mais. 

Pensado bem sobre a minha educação predominantemente cristã parece-me reconfortante considerar que Jesus Cristo mesmo tendo o seu lado divino, afinal também seria uma pessoa como todas as outras e teria um "melhor amigo" com quem iria partilhar com ele todas as coisas que só se conseguem partilhar com os "melhores amigos". 

Já agora uma pequena nota para a capa portuguesa, não sei quem a fez, mas esteve inspirado, bastante mais até que o autor da capa original, que pode ser encontrada aqui a um preço bastante melhor se o inglês  não for problema!

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 10:34
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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011

Meia noite em Paris

Não quero repetir o que já antes foi dito sobre este filme: é um regresso em grande de Woody Allen.

É muito curioso também ver alguém interpretar Woody Allen como se fosse ele a representar outra personagem.

Mas tudo isto já foi dito - e muito bem dito.

 

Só ficaram três coisas por dizer.

Em primeiro lugar, que só o mais europeu dos cineastas podia ter feito um filme como este sobre Paris. Só a sequência de imagens inicial é fantástica: cria imediatamente o ambiente. Adorava ver o Woody Allen filmar Lisboa.

Em segundo lugar, que a maneira como o Woody Allen trata por tu as várias figuras que construiram o ambiente cultural de Paris é fantástica: trivialidade e profundidade são características difíceis de conjugar.

Em terceiro lugar, que este é, para mim, o filme da maturidade em Woody Allen. Ao vê-lo estava sempre a fazer o paralelo com o filme do WA que eu mais gosto: a Rosa Púrpura do Cairo. E daqui para a frente há spoilers, quem ainda não viu o filme pode seguir este link.

A Rosa Púrpura do Cairo também é uma comédia romântica, também sobre uma situação impossível, uma ponte entre duas realidades, uma delas fictícia. Mas enquanto na RPC a personagem não escolhe, são os acontecimentos que escolhem por ela, em Midnight in Paris é a própria personagem que se apercebe da situação e a supera, por opção própria. Enquanto a personagem principal de RPC era frágil e incapaz de ficar só, a personagem de M. in Paris é muito mais estruturada e capaz de optar. Foi com RPC que me apaixonei por esta forma de fazer cinema, de coração aberto. Com Midnight in Paris sinto o fechar de um ciclo, tão discreto que talvez só eu tenha notado (ou só exista na minha relação pessoal com a obra de Woody Allen). 

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publicado por Nuno Cardoso Dias às 05:27

editado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:43
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