Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

Apenas porque me apeteceu partilhar a coisa.

Já não desenhava no computador há uns tempos e agora quando confrontado com o facto de ter que o fazer, graças a um dos projectos que estou a desenvolver de momento, achei que primeiro tinha que voltar a treinar a mão. Esta foi a primeira tentativa. 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 17:54
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O mágico - L'illusionniste

Este é daqueles filmes que se aproxima de mansinho e, de repente, ataca-nos com toda a fúria com um tremendo golpe que nos deixa completamente zonzos e desorientados. Se calhar estou a dramatizar demais, mas honestamente fiquei siderado com o filme. Aviso já que, desta vez, vou falar do filme sem pensar em quem não o viu. 
Em "O mágico" (e esta deve ser uma das piores traduções de um nome de sempre na história do cinema), acompanhamos um ilusionista em final de carreira que, quando deixa de conseguir trabalho nas grandes cidades, o seu caminho o leva para uma pequena vila escocesa onde conhece Alice, uma jovem rapariga inocente que trabalha no pub local. O que acontece é que ele deslumbra-a com as ilusões que vai criando e ela acredita que são magia. Quando ele segue o seu caminho, ela resolve segui-lo. O seu destino acaba por ser Edimburgo e o que se observa é a sua vida quotidiana, com ele a fazer todos os possíveis para que ela continue a acreditar na magia, até que chega a um ponto em que ele simplesmente percebe que precisa de se separar dela para ela poder ser feliz e de quebrar o mito que tanto trabalho lhe deu a construir. (É por causa da cena da destruição do mito que eu acho que "O mágico" é uma péssima tradução do nome do filme.) 
Quando se vê as coisas assim dá para perceber que isto é o que acontece nas relações que os pais têm com os filhos. Criam-se mitos, histórias, ilusões que passam por magia para eles, de alguma forma vai-se alimentado a ilusão da magia durante o tempo que é possível, depois é necessário desconstruir tudo isso. Dai ser possível entender-se a sinopse que descreve "O Mágico" como uma carta de amor de um pai à sua filha, porque no fundo é mesmo. 
Esta história lindíssima (baseada num argumento de Jacques Tati) é acompanhada por desenhos espectaculares, bem ao estilo de "Belleville Rendez-vous" não fosse o mesmo realizador (Silvain Chomet), e uma banda sonora extraordinariamente doce. Tudo isto faz com que este seja um filme de animação completamente diferente de tudo o que anda por ai actualmente, e é sem dúvida um dos melhores que tive o prazer de ver.

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 13:30
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A caminho de casa 15.0

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:18
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Senhor perdoai-lhes porque ele não sabem o que fazem...

...e aparentemente os pais deles também não. 

 

(obrigado SMP do Lisboa de bolso pelo link)

 

 

 

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 10:50
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011

A caminho de casa 14.2

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:40
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A caminho de casa 14.1

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:40
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A caminho de casa 14.0

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:39
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As aventuras de Tintin: O segredo do Licorne

Admito que fui ver este filme com medo, muito medo! A quantidade de vezes que vejo adaptações de banda desenhada no cinema a serem apenas péssimas e horríveis deixou-me um pouco de pé atrás, depois ser um filme com a chancela Spielberg, se em tempos me deixava automaticamente descansado, depois de ver Indiana Jones e o reino da caveira de cristal... digamos que deixei de confiar tanto. No meio da luta interna reparei que o nome George Lucas não se encontra em lado nenhum do poster, a fazer a vez dele temos o nome de Peter Jackson e isso é um ponto positivo! 
No final saber que é relativamente difícil lixar uma história do Hergé (não sou o maior fã de Tintin, mas lia-o quando era miúdo e ainda hoje gosto de ler) deixou-me um pouco mais descansado. E o melhor elogio que posso fazer ao filme é que não f...lixaram tudo! A história segue num ritmo bastante bom, num 3d que sinceramente surpreendeu-me como ficava ali tão bem, tudo sempre no espírito das histórias de Tintin
Aprendi uma coisa... Nos filmes de Tintin, quando dada a opção, é sempre melhor ir ver ou a versão portuguesa ou a versão francesa, porque passar um filme inteiro, de uma hora e meia, a ouvir a/o Milú a ser tratado/a por Snowey, ou entãoDupond e Dupont a serem chamados de Thomson e Thompson, e toda a "englização" dos nomes dos sítios e afins, é mais ou menos o equivalente a ser atado nu num formigueiro; vai haver comichões por todo o lado e vontade... muitavontade de matar coisas (neste caso a gente que se lembro de fazer isso). 
A banda sonora de John Williams é fantástica, mas fico com um pouco de pena não terem aproveitado o tema dos desenhos animados que se enquadrava na perfeição com o espírito de Tintin e podia ser um ponto de partida. 
No final só posso dizer que "As aventuras de Tintin: o segredo do Licorne" serve perfeitamente o seu propósito de entreter e deixar-nos bem dispostos, e mais não se pode pedir.


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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 09:52
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

Le Concert

 

Domingo à tarde, dia meio frio, triste, sem sol, eu sem vontade de ir a lado nenhum e descubro aqui em casa o DVD de "O Concerto" e penso é desta! Foi assim que vi um dos filmes mais giros que já vi até hoje. 
A verdade é que este filme à partida tem todos os elementos para eu ficar colado ao écran 
A história é bonita, insana, por vezes a roçar o inverosímil, contudo abstraímo-nos disso facilmente com todos os acontecimentos. Tudo gira à volta de Andrei Filipov, o ex-maestro da Orquestra Bolshoi, que nos dias de hoje não passa de um dos auxiliares da limpeza do famoso teatro que um dia arranja a oportunidade de levar a sua antiga orquestra a tocar "o concerto" de Tchaikovski em Paris. Isto seria muito fácil se o concerto não fosse dentro de duas semanas e a orquestra não tocar junta há 30 anos! Pelo meio há um pouco de tudo! E no fim a... não digo! Vejam o filme! A música é fantástica, quase toda música clássica. Os actores estão todos a alto nível, gosto particularmente dos Russos a falar francês. Os diálogos tem momentos absolutamente deliciosos! O realizador sem ser o mais inovador do mundo, esteve bem. 
Enfim... Simplesmente adorei "o concerto"!
Em relação ao trailer... façam um favor a vocês mesmo e vejam-no só até ao minuto 1.37, a partir dai só estraga o filme e não vale a pena.

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 21:30
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A caminho de casa 13.0

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 12:08
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