Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011

A caminho de casa 5.0


It's just an illusion, a trick, a trick of the light
what you now see is really out of sight
It's dark, it's evil, possessive and kind
Something that you give, keeps me alive

Both hands burning, burning so bright tonight
And my world keeps turning, turning inside out

And I can't break the chain
I've gotta break the chain
I'm trying to break the chain
God help me break the chain

I'm winning, I'm losing before I start
I pull myself together as I fall apart
I'm wise, so foolish, perceptive and blind
Something that kills keeps me alive

Both ends burning, burning so bright tonight
And my world keeps turning, turning inside out

And I can't break the chain
God help me break the chain
I wanna break the chain
please help me break the chain. . . .

There's no rhyme, no reason
to what I do
I just live my life before I lose
I give, I take, I throw it all away
Pick myself up and I start all over again

Both hands burning, burning so bright tonight
And my world keeps turning, turning upside out

And I can't break the chain
God help me break the chain
I wanna break the chain
please help me break the chain. . . .
publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 13:36
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De um génio para o outro

É um bocado impossivel não ser atingido pela morte do Steve Jobs, especialmente quando começamos a pensar no que é a vida, na maneira como é curta, e como é possivel alguem que não tenha medo de dar um passo em frente e arriscar mudar tudo. Lembrei-me desta música, e como Jim Henson, numa àrea completamente diferente, conseguiu o mesmo, tendo ambos partido cedo demais na minha perspectiva.

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 01:33
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

Odeio arranjar títulos para coisas que pura e simplesmente me apetece escrever! 1.0

Grande parte do que se passa na nossa vida é marcado por violência, por exemplo um nascimento não deixa de ser um momento lindo, contudo é de uma violência esgotante para a mãe (pelo esforço) e para o bebé (por estar num sitio seguro e confortável e de repente é lançado cá para fora... para as féras). Depois disso tratam de nós, e o efeito violento torna-se a sentir quando começamos a crescer, tudo se começa a desenvolver, especialmente a nossa consciência e começamos a interagir com o mundo. Claro que interagir com o mundo não é algo simples e fácil, batemos contra coisas, percebemos da pior forma o que é a lei da gravidade, na sua maioria dos casos magoamo-nos bastante e vamos aprendendo. Apesar das dores físicas, esta acaba por ser o tipo de violência com o qual é (normalmente) mais simples de lidar. 

Para complicar as coisas um pouco a coisa não para ai. Não! Só começa ai. Descobrimos a amizade, o amor, a ilusão, todas essas coisas boas que não deixam ser violentas, mas também conhecemos a decepção, o não sermos correspondidos, a desilusão, todas essas coisas menos boas que enfim. E único método que temos para apender tudo isso é o mesmo que tinhamos anos, experimentando, batendo contra as paredes, magoando-nos. 

Agora vem a parte engraçada que é como lidamos com isto. Até hoje acho que isto se pode dividir em dois extremos (existindo como é óbvio toda a panóplia de possibilidades entre eles), o extremo que cedo ao medo de nos magoarmos e portanto criar todo o tipo de barreiras e distâncias e o extremo que abraça essa dor chegando mesmo a procurá-la. Seja como for eventualmente todos nos magoamos e tiramos dai um ensinamento, a questão é o que fazemos com ele, especialmente quando não gostamos da lição? Fazemos como o Peter Pan e recusamo-nos a crescer? Ou tentamos imbuir esse conhecimento em nós, especialmente quando não gostamos da pessoa que nos vamos tornar com ele? 

É que há muito que se lhe diga ao viver numa doce ilusão, especialmente quando sabemos que não é real.

Eu tenho tendência a esperar sempre o melhor das pessoas. Sei que não é assim que acontece até porque sou confrotado com provas disso bastantes vezes, contudo como seria o mundo se todos esperasse-mos e nos comportássemos sempre no nosso melhor? Portanto será que eu devia imbuir este ensinamento em mim ou continuar a acreditar nas pessoas e no seu potêncial? Por enquanto vou acreditando, mas caramba, às vezes é dificil. 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 09:33
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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011

A caminho de casa 4.0

When you try your best, but you don't succeed
When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse

And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

Tears stream down on your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down on your face
And on your face I...

Tears stream down on your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down on your face
And on your face I...

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 12:23
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Terça-feira, 4 de Outubro de 2011

Como diz a Dilma...

... a austeridade não é solução para a crise.

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:00
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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011

Suits

Esta é daquelas recomendações que se fazem sem saber explicar muito bem. É mais uma serie no formato do costume, advogado muito importante numa firma, com o ambiente de 100 cães a um osso, que às tantas é obrigado a escolher um assistente, e através de portas e travessas acaba por ficar com um "génio com defeito" nas mãos. Então porquê recomendar, certo? 

Para ser honesto tenho dificuldade em responder a essa pergunta de uma forma simples e directa, é que sem haver nada de extremamente inovador é uma série que prende desde o primeiro episódio. Ok as miúdas giras espalhadas pela serie ajudam bastante (e como é bom ver a Sarah Rafferty). Entra directamente para aquela categoria "duvido que ganhe um emmy, mas gosto". 

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:37
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