Sábado, 20 de Agosto de 2011

James - Dia 19 na Baia de Cascais

Cada vez mais acredito que a nossa vida tem a sua banda sonora e que as vezes há bandas que se por se repetirem ganham um lugar de destaque. No meu caso James é uma delas. Curiosamente não sou um conhecedor aprofundado, ou "die-hard fan", mas como quem não quer a coisa eles acabam por aparecer uma e outra vez. 

 

Portanto quando soube que James vinham cá tocar, ainda por cima à borla, não podia falhar!

O espaço do concerto é fantastico, a baia de Cascais é de facto muito bonita e carismática, o sistema de som associado é que nem por isso, mas isto é uma queixa recorrente deste tipo de festivais. O ambiente é porreiro, apesar de não se comparar a outros menos urbanos onde a malta se esquece onde está só porque está a gostar da música. Contudo o pessoal cantou, bateu palmas, berrou, saltou e alguns mais aventureiros como eu até dançaram!

 

Ok, a qualidade do video não é a melhor mas já dá para ver a quantidade de pessoas e a interacção que houve com eles durante o concerto, numa música que nem sequer é das que puxam mais. Agora passemos aos videoclips mais ou menos oficiais.
Relativamente aos James propriamente ditos. Os anos passam, até por eles, mas há casos como o do vinho do Porto que ainda bem que passam, há outros casos que é apenas uma desgraça passarem, no caso dos James acaba por ser completamente indiferente. A energia, a entrega, a voz, os instrumentos está tudo lá, tão bom como era quando saiu! Claro que evoluiram, poliram e refinaram algumas coisas, mal seria se não o fizessem, mas há ali algo que eles conseguem manter (ao contrário da maioria das bandas) que eu não sei explicar muito bem. 

 

Claro que os exitos conhecidos foram todos tocados, acho que iria haver uma mini-revolta popular se não fossem e ainda houve espaço para músicas que eles não tocavam já há 15 (leram bem, 15!) anos. Numa noite que deu para um pouco de tudo, até para um senhor [espero eu que um pouco bebado] juntar-se ao grupo onde eu estava a cantar aos altos e desafinados berros, o concerto acabou com o Sometimes e um palco cheio pelos James e montes de gente a dançar espelhando bem o clima de festa que foi criado por todos!

 

 Em Dezembro há mais!

 

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:55
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Orquestra Jazz de Matosinhos - Dia 18 no Largo de S. Carlos

Ainda estive para escrever uma única entrada aqui no pato sobre este concerto e o concerto de James, mas a realidade é que a Orquestra Jazz de Matosinhos merece pela sua qualidade e pelo concerto que deu uma entrada só para eles.

 

 

Estava um dia quente, cheio de sol, e tal como se deve fazer nestas ocasiões cheguei um pouco mais cedo para arranjar o meu cantinho, e ainda bem que o fiz. O largo estava ocupado por cadeiras plásticas, só dois indicadores demonstravam isto, a altura das pessoas sentadas e as cadeiras vazias que se encontravam ao sol, porque as sombras estavam completamente lotadas. Como a mim o sol pouco me importa lá resolvi sentar-me numa cadeirinha ao sol e começar a ler enquanto o concerto não começava. 
O mais certo é que as pessoas à minha volta soubessem para o que iam, eu gosto de jazz, mas não o suficiente para saber quem dá cartas em Portugal nesta àrea. Descobri que estes senhores dão cartas.

As notas começaram a flutuar no ar, a entrar no meu imaginário e a partir desse momento estava completamente com eles, até porque a maneira como tocaram fez-me sentir a boa "vibração" com que abordaram o concerto. Sempre descontraidos, sempre bem, felizes por estarem a tocar.

O pensamento que mais se instalava na minha cabeça é que se eu tocasse o que quer que seja, nem que fosse ferrinhos, era ali, com eles, que eu queria estar, tocar e divertir-me. Essencialmente isso divertir-me. Quando isso acontece acho que nada pode correr mal, nem para quem dá o concerto nem para o público.  

 

Orquestra Jazz Matozinhos:

Página oficial
Canal do Youtube 

 

 

 

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 11:15
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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011

Os Pilares da Terra (vol.2)

 

Finalmente acabei de ler Os Pilares da Terra. Digo finalmente porque apesar de ter gostado, especialmente de toda a intriga (essencialmente) politica apresentada no livro, cheguei ao fim farto e cansado.

Há aqui qualquer de "demasiado arrumadinho" na forma de escrever de Ken Follett, como se ele estivesse a responder às questões que a história levantou quase ponto a ponto, quase por obrigação. As personagens conseguem ser tão casmurras que chegam a ser unidimensionais. Os bons são muito bons e os maus são muito maus (com uma honrosa excepção). A descrição dos sistemas construtivos é muito boa para quem se interessa por este assunto. E sim, o tom telenovela continua neste segundo volume - como seria de esperar tendo em conta que em inglês estamos a falar de um único volume, logo há que manter coerência na escrita.

Enfim, é um romance histórico capaz, que tenta pintar um retrato fiel da época, mas não me abriu o apetite para ler mais neste estilo, e aqui lembro-me imediatamente da sequela "Um mundo sem fim". 

 

Fica aqui o que escrevi sobre o volume 1! 

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 22:54
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Terça-feira, 16 de Agosto de 2011

Planos culturais para os próximos dias

Dia 18 às 19 horas - Orquestra Jazz de Matosinhos, no Largo de São Carlos;

Dia 19 às 22 horas - James, na baia de Cascais;

Dia 20 às 22 horas - Amor Electro, na baia de Cascais;

Dia 21 - Out Jazz ou Fitas na rua , ou Clássicos na rua (ainda sob consideração);

Dia 22 às 22 horas - Deolinda, na baia de Cascais;

Dia 23 - provavelmente os planos do costume das terças;

Dia 24 às 22 horas - Áurea, na baia de Cascais;

Dias 25 - ou L.U.M.E. às 19 horas no jardim de Campolide ou Vanessa da Mata às 22 horas na baia de Cascais (ou então os dois);

 

A partir daqui logo se vê, quem quiser vir que se acuse.

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 18:46
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Sábado, 13 de Agosto de 2011

Um ano de cinema(s) no King

 

 

Para começar a planear Setembro.

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 19:28
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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011

Uma das coisas boas do Festival dos Oceanos

 

 

Foi ter visitado o Museu Nacional do Azulejo à noite! Vale a pena a visita tanto pelo conteúdo do museu como pelo espaço absolutamente incrível.

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 20:37
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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2011

Coisas que me fazem deixar de ler livros em português (parte 2)

Quando escrevi o primeiro post a falar disto eu cometi um erro. E como tal tenho de pedir desculpa a quem me leu. Na realidade a situação consegue ser pior do que eu inicialmente dizia.

Quando eu fiz a pesquisa na Amazon sobre "The Pillars of the Earth",como eu não descurtinava nenhum volume II assumi (estupidamente) que o volume II português seria a continuação desta história que se chama "World Without End". E desde então que estou com a sensação que eu estava a fazer algo de errado, e resolvi consultar uma edição inglêsa. Tenho de admitir que a estupidez desta situação é totalmente minha, porque de facto na contra capa bem que avisam que a Presença resolveu lançar este "clássico da ficção histórica" em dois volumes. 

Ou seja, todas as minhas contas estão completamente erradas!

Vamos considerar a obra "Os Pilares da Terra" na sua totalidade, portanto volume I (22.19€) + volume II (25.24€), e temos um total de 47.43€ empatados, valores retirados do site da Bertrand. E agora vamos comparar com o volume único em inglês que se pode adquirir na amazon por um total de £5.43 o que dá 6.20€.  É uma diferença de 41.23€!


Eu não sou irrealista ao ponto de pensar que uma edição traduzida pode custar o mesmo que uma versão original, mas não gozem com as pessoas! Temos dos piores salários da Europa e andamos aqui a pagar isto? Como diziam antigamente "quem semeia ventos colhe tempestades", ora bem, andam a "semear" preços destes depois venham-se queixar que não vendem! 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 20:41
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Os Pilares da Terra (vol.1)

 

Eu tinha a sensação desde o inicio que ia gostar de ler esta história, e não me enganei, enquanto arquitecto já muitas vezes olhei para as catedrais góticas e tentei imaginar como seria construir uma naquela época, e é isso mesmo que Ken Follett conta com "os pilares da terra". 

Como não poderia deixar de ser a construção de uma catedral não era algo simples, apesar de ter muitas pessoas simples envolvidas, na realidade tudo assume uma trama mais complexa do que se espera inicialmente. O que se lê neste promeiro volume é exactamente toda essa trama, misturada com alguns momentos telenovela que por mim dispensava.

Se vale a pena ler? Sim. 

Se é a "obra-prima momuntal" anunciada na capa? Epa nem por isso. 

É apenas um bom livro, que conta uma boa história. Tudo o resto que se diga são floreados. 

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publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 19:40
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011

Coisas que me deixam nostálgico

Apanhar este filme completamente por acaso na televisão.

 

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 23:51
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Terça-feira, 9 de Agosto de 2011

Coisas que me fazem deixar de ler livros em português

Ok, vamos até nem entrar na discussão sobre o acordo ortográfico, até porque eu completamente contra o acordo e não vale a pena entrar em discussões. Vamos apenas olhar para uma coisa muito mais simples, quanto custa ler em português?

Durante a feira do livro deste ano eu resolvi comprar o 1º volume da serie "Os Pilares da Terra", editado pela Editorial Presença. Estava em destaque como livro do dia e já tinha ouvido falar tanto da série de televisão que pensei, porque não?, e comprei num impulso. O custo deste pequeno impulso este entre os 15 e os 17 €, já não me recordo perfeitamente e mais uma vez digo, foi apenas porque era o livro do dia, hoje encontra-se no site da Bertrand a rondar os 20€. 

A história em si é cativante e estou a gostar bastante, tanto que ao perceber que existe um 2º volume, pensei logo em comprar, contudo quando vi o preço, parei imediatamente, 25€???? Está tudo maluco?

Fazendo as contas sem descontos dá 45€.

Por uma questão de curiosidade fui até à Amazon. 

O primeiro livro está a £5.43 e o segundo está a £5.39, somando o valor dos dois livros temos um total de £10.82, o que dá, segundo a conversão de hoje no google, 12.4€. 

A diferença são 32.6€, dá para comprar mais duas vezes os mesmos livros e ainda sobra dinheiro para o almoço. Enfim...  Para mim tanto me dá ler em português como em inglês, aliás tendo em conta que o livro foi escrito em inglês, deixo de ter uma tradução que tanto pode ser boa como má (pelo que me apercebi até acho que neste caso é boa).

Simplesmente não vale a pena, depois venham cá as editoras que estão em crise e que as pessoas não compram livros. Pudera! Com preços assim é mesmo para não comprar!

publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 16:54
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