De Diana a 4 de Janeiro de 2012 às 21:29
Sempre gostaste de sentir a chuva mesmo em grandinho...nunca precisavas de chapéu porque "andavas entre as pinguinhas"...quando insistias em darmos beijinhos à chuva eu ficava sempre toda resmungona por "empestar" o cabelo e tu sossegavas-me...beijavas-me de novo e dizias que ficava linda de qualquer forma...ai perdia a noção de tudo o resto e só ficavas tu e eu a trocar miminho, à chuva, feitos dois tolos.

Imagino-te pequenino a saltar as possinhas sem te importares de molhar as calças e os tennis, com aquele sorriso enorme e inocente que preservaste até hoje, e também eu sorrio...

Estou com vontade de responder a este post desde que o escreveste porque me trouxeste lembranças deliciosas de nós dois. Faço-o hoje porque já não lês...e mesmo que leias onde estiveres...já não preciso esconder que fui seguido a minha vida mas que nunca te esqueci...que nunca nada durou porque ninguém mais me tocou como tu. Mantive-me mais distante do que o meu coração desejava porque sabia que a tua vida ia ser mais fácil "sem" mim e não me arrependo...conheci-te de todas as formas possíveis e, em todas elas, foste maravilhoso. Foste a minha maior dádiva e vou honrar cada dia a tua memória vivendo tão intensamente como sei que era o teu desejo.
Obrigado pela paz que me estás a transmitir...aceito...sei que não me deixaste só...*
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