De Exilado no Mundo a 29 de Março de 2011 às 13:57
E de que nos adianta saber estas coisas? O mundo está entregue à bicharada!
De Gonçalo Cardoso Dias a 29 de Março de 2011 às 18:21
Pessoalmente acho que conhecimento é poder.
E claro que neste caso trata-se apenas de um artigo de opinião e é dificil retirar toda a realidade de uma situação (a entrada do FMI num país), contudo acho que conhecer um ponto de vista sobre algo que estará iminente para nós faz de mim um cidadão mais informado.

Quanto ao estarmos entregues à bicharada, em parte até poderá ter razão, mas é preciso enfrentar as coisas de frente e assumir responsabilidades e aqui falo também de nós.
Veja-se o caso da Islândia onde também quiseram impor o FMI e o povo pura e simplesmente escolheu não deixar. Houve uma consciência e uma acção cívica que nós também podemos e devemos ter, de preferência de uma forma informada.
De Exilado no Mundo a 29 de Março de 2011 às 18:31
Concordo que a informação é uma arma importante. O grande problema é que o povo português não a absorve devidamente. Deixam de votar no PS e vão em massa votar no PSD, ignorando que as orientações políticas (e os vícios!) serão essencialmente as mesmas. Não há voto de ruptura neste país!
De Gonçalo Cardoso Dias a 29 de Março de 2011 às 19:50
Mas o que é um voto de ruptura?
Bloco de Esquerda? PC? São todos exactamente a mesma coisa. Nenhum deles realmente aplica a ideologia que advoga e tão pouco acredita minimamente nela.
O CDS-PP nesse aspecto sempre é um pouco mais coerente, mas temos que admitir que não é propriamente um partido de ruptura.
Mais do que um voto de ruptura é preciso é participação da população na vida política portuguesa, e não só no direito de voto, mas em manifestações, ou acções políticas mais simples.
De Exilado no Mundo a 29 de Março de 2011 às 19:58
"Bloco de Esquerda? PC? São todos exactamente a mesma coisa. Nenhum deles realmente aplica a ideologia que advoga e tão pouco acredita minimamente nela".

Com que dados profere essa afirmação? Que experiência o permite concluir isso?

"O CDS-PP nesse aspecto sempre é um pouco mais coerente, mas temos que admitir que não é propriamente um partido de ruptura".

Que fez o PP quando esteve no governo de acordo com o que apregoou nas feiras que percorreu?

Mas o que pretendia dizer com voto de ruptura, é qualquer voto que não seja em PS + PSD. Essencialmente só esses nos governaram no pós 25 de Abril!
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