Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (FIBDA)

Tal como já tinha aqui escrito antes há tradições que são para se cumprir e ir ao FIBDA é uma delas, até porque por muito críticos que sejamos com este festival (e às vezes eu sou) sem dúvida nenhuma que é o que tem maior impacto no mundo da banda desenhada em terras lusas, e é através dele que podemos tomar o pulso ao que se passa neste campo em Portugal. Este ano é dedicado ao Humor na banda desenhada porque celebram o centenário do humorismo (até porque isto de comemorar centenários é uma coisa chique).

Enquanto arquitecto achei que este ano o FIBDA está um mimo, espaços apelativos, engraçados, bem distribuídos, fáceis de percorrer, e pura e simplesmente apetece-nos estar lá a ver tudo (claro que ajuda eu ter ido à Amadora a uma terça-feira e não ao fim de semana). 
Como de costume o espaço do Fórum Luís de Camões está dividido em dois pisos, e ambos com conteúdos completamente diferentes. No primeiro piso está a exposição "institucional" dedicada ao humor (como acabei de dizer e se pode ver pela imagem acima), onde é apresentado um trabalho de recolha e pesquisa bastante bom e se mostra um pouco de tudo o que foi marcante no humor ao nível de banda desenhada.

No segundo piso, como de costume o cenário é completamente diferente, todo ele muito mais comercial e dirigido ao editores e livreiros que fazem do seu negócio a banda desenhada, também costuma ser neste piso que se encontram as estrelas da companhia, normalmente autores estrangeiros de grande qualidade, contudo este é ano de crise e há que apostar na prata da casa, o que vem trazer alguma justiça a alguns autores portugueses que já mereciam a sua vez de brilhar. 

Tenho de admitir que se por um lado gostei muito do FIBDA, ao nível de espaços, está um trabalho muito interessante, por outro não achei as exposições muito interessantes, não houve nenhum nome que me puxasse como um "tenho que ver", nem houve nenhuma surpresa, foi mais um acto de consagração nacional que outra coisa e isso se por um lado pode ser merecido, por outro não me cativa enquanto espectador. E para ser honesto nem todos os trabalhos expostos são do meu agrado, mas isso já é uma questão pessoal. 
Seja como for, valeu a pena o bilhete, e para o ano se puder lá estarei outra vez, porque há tradições que ainda são o que eram, pelo menos para mim.


publicado por Gonçalo Cardoso Dias às 21:27
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